Pelo Estado Entrevista: Roselane Neckel - UFSC

17.10.2012

 “A bancada federal precisa se unir pela UFSC”

Entrevista Roselane Neckel, reitora da UFSC

É assim a reitora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Ao mesmo tempo em que conduz uma conversa com leveza e sorrisos, toma para si, a todo instante, a responsabilidade de administrar uma das mais importantes instituições de ensino superior público do país. Nesses momentos, de cenho franzido e olhar fixado num ponto onde parece ver o futuro das ações que planeja para a universidade, demonstra que, apesar do pouco tempo à frente da instituição - apenas cinco meses - já tem domínio sobre seus muitos aspectos. Ela nasceu em Santo Amaro da Imperatriz e foi aluna do Colégio de Aplicação, dentro da UFSC. É licenciada em História pela universidade que hoje comanda e onde atua como docente desde 1996. Tem mestrado e doutorado em História do Brasil (PUC-SP). Ao final dessa entrevista exclusiva que concedeu à rede ADI-SC/Central de Diários/CNR-SC, declarou, sem se preocupar em disfarçar a voz embargada por uma emoção latente: “A cada dia que estou aqui, tenho maior clareza de por que estou aqui. A nossa missão é reestabelecer na UFSC uma política de Estado, que garanta a boa utilização de recursos públicos e o retorno social mais amplo que uma universidade pública brasileira pode dar. É garantir condições para que as pessoas pensem os destinos da UFSC a partir da democratização das informações, desconstruindo feudos e buscando construir uma política republicana e democrática inclusive nas tomadas de decisão.

 

[PE] - A senhora tomou posse em maio e logo depois enfrentou uma greve. Início de gestão confusa?

Tivemos 30 dias de normalidade e, depois, um período de 70 a 80 dias de greve nas universidades brasileiras, que atingiu a UFSC. Durante esse período mantivemos uma política de muito diálogo com os movimentos reivindicatórios internos, o que permitiu que a UFSC tivesse um retorno mais cedo, no dia 3 de setembro, diferentemente das outras instituições em nível federal, que voltaram no final de setembro. Isso nos deu a possibilidade de construir um calendário de alguma normalidade. Vamos concluir as atividades de 2012 já próximo do Natal, em 22 de dezembro, com recuperação dos dias de greve em duas semanas de fevereiro. Com isso, garantimos o início das aulas de 2013 no mês de março, como de costume. Isso só foi possível pela colaboração, contribuição e compreensão de toda a comunidade, inclusive nos campi, permitindo que também o nosso vestibular não sofresse qualquer prejuízo.

[PE] - Hoje, passados cinco meses da posse, qual sua maior preocupação?

Quando nós assumimos já tínhamos realizado um levantamento de informações a partir do que era público, disponíveis nos sites e nos relatórios. Com a nossa entrada na gestão em 10 de maio, começamos a fazer outro trabalho, que é o levantamento de todas as documentações internas, que mostram o que tínhamos realizado e o que ainda era necessário fazer. Principalmente pela nossa preocupação com a consolidação do projeto de Reestruturação das Universidades brasileiras, o Reuni, que possibilitou a expansão da nossa universidade para três cidades catarinenses e, a partir daí, para as respectivas regiões. Uma política importantíssima de expansão de vagas públicas. É algo que consideramos essencial e com o que eu, pessoalmente, tenho um compromisso muito grande em relação a essa expansão, porque significa possibilitar que jovens e comunidade em geral de outras regiões do estado tenham acesso a vagas públicas. Principalmente regiões que têm um déficit de  ensino superior com vaga pública.

[PE] - Como está o proces­so de expansão e qual a im­portância disso?

Hoje nós temos um campus em Curitibanos, uma cidade no Planalto Serrano e com um dos mais baixos Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) de Santa Catarina. O que representa um campus ali? Um novo olhar, uma nova possibilidade de integração, de educação, de autoestima e, principalmente, de cidadania. Araranguá é outro desafio importantíssimo. Trata-se de um espaço geográfico com uma necessidade muito grande de vagas públicas. São comunidades que não têm condições de vir para Florianópolis ou para outras cidades que ofereçam vagas públicas. Essa política de expansão do governo federal nos dá a possibilidade de ampliar a participação pública na formação superior do país. Em Joinville, apesar do perfil diferente, a situação é a mesma no que diz respeito à necessidade de vagas públicas de ensino superior.

[PE] - Todas essas estru­turas estão funcionando a contento?

A nossa principal preocupação ao assumir foi verificar a situação nos campi e verificar a situação em Florianópolis. O Reuni, que foi pactuado em 2008, é um contrato de gestão assinado com o governo federal. Tínhamos ali algumas obras que precisavam ser realizadas, acordadas nesse contrato de gestão. Os cursos que foram criados naquele momento necessitam de dois itens básicos, que eu entendo como essenciais: infraestrutura física – laboratórios de ensino, salas de aula, salas para professores – e recursos humanos – professores e técnicos administrativos. No contrato assinado entre governo federal e UFSC, ficou definido um determinado número de professores Reuni, ou seja, aqueles que deveriam ser distribuídos exclusivamente nos novos cursos ou naqueles que tiveram suas vagas ampliadas por conta do Reuni, o que também leva à necessidade de ampliação de espaço físico.

[PE] - Entretanto...

Os recursos foram encaminhados pela União para o cumprimento desses contratos, mas não foram utilizados como deveriam. Esses recursos, por falta de capacidade administrativa para executar os projetos, porque eram muitos e não tínhamos a infraestrutura necessária, os recursos foram diluídos em outras áreas.

Vou dar como exemplo o campus de Curitibanos, que tem quatro cursos – Ciências Rurais, Engenharia Florestal, Agronomia e Medicina Veterinária. Entretanto, no período de quatro anos foi construído um único prédio, de quatro andares, de tamanho insuficiente para dar conta da estrutura pedagógica desses quatro cursos. Essa foi a realidade que recebemos em maio deste ano e que só soubemos após um longo trabalho de diagnóstico. Uma realidade muito distante do que eu considero ideal. Muito distante.

Em Araranguá temos Tecnologia de Informação e Comunicação, Engenharia de Energia, Engenharia de Computação e Fisioterapia. Lá foi construído apenas um prédio, de dois andares, cuja área construída total não chega a 3 mil metros quadrados, enquanto o projeto político-pedagógico dos cursos exige uma área de 10 mil metros quadrados.  

Em Joinville, nós temos hoje o Centro de Engenharia de Mobilidade, CEM, que reúne as engenharias Aeroespacial, Automotiva, Ferroviária e Metroviária, Mecatrônica, Naval, de Infraestrutura e de Transportes e Logística. É uma proposta que se constitui sobre uma base curricular comum até a terceira fase e que depois abre para cada um dos cursos específicos. Eles estão num prédio alugado, porém adequado, e agora estamos construindo no terreno que foi adquirido pela UFSC. Mas ainda falta pista de testes, essencial para o desenvolvimento das atividades, entre outros laboratórios.

E ainda tem Florianópolis, onde temos campus da Trindade, do Itacorubi e do Sul da Ilha. E temos aqui vários cursos Reuni, que destacamos sempre, especialmente em relação ao interior, porque é são os cursos que criados anteriormente já têm uma estrutura consolidada, ainda que também precisam de apoio, enquanto os criados pelo Reuni, são a nossa principal emergência. A Pró-Reitora de Graduação está fazendo alguns estudos e um diagnóstico, consolidando as informações, verificando as condições dos laboratórios de ensino dos cursos de graduação da UFSC, marcando o que deveria ter sido feito e não foi.

[PE] - E existe muita coisa a fazer?

Tem. Tem bastante inclusive nos cursos que passaram pela ampliação de vagas dentro do Reuni. E temos ainda os cursos que não se enquadram aí e que estão com suas estruturas aquém do ideal e que, por isso, precisam imediatamente de investimentos. No caso da Engenharia Elétrica, precisamos da recuperação do laboratório de ensino da primeira fase. No caso da Odontologia, uma recuperação de todos os consultórios que atendem à população. No caso da Fonoaudiologia, que é um curso Reuni, também vai ser necessário criar uma clínica.

A população do interior nos diz, e nós concordamos, que no campus de Florianópolis temos melhores condições para firmar parcerias e temos laboratórios. No interior, eles dependem de uma estrutura que ainda vai ser criada. Nosso olhar é de urgência para essas regiões.

Tem outros cursos aqui de Florianópolis, criados dentro do Reuni, que também passam por situações difíceis. Na área de Comunicação e Expressão, por exemplo, foram criados os cursos de Cinema, Design e Artes Cênicas, pactuando-se que seria construído um prédio em 2008 para abrigá-los e esse prédio não foi construído. Zero metro quadrado. No Centro de Filosofia e Ciências Humanas, nós temos quatro cursos Reuni – Geologia, Oceonografia, Museologia e Antropologia – que exigem uma estrutura laboratorial enorme. E nenhum metro quadrado construído, apesar de isso ter sido pactuado. Para o Centro de Ciências Biológicas, o acordo foi para a construção de 8 mil metros quadrados e, novamente, nenhum metro quadrado foi construído.

Nossa preocupação maior, para além da qualidade de ensino com a visão de que é preciso dar as mesmas condições, com equidade, para todos os cursos, era ter claro o que era preciso fazer e o que precisava ser feito. E essa preocupação ampliou um pouco na proporção em que fomos verificando o que havia sido realizado.

Temos que ter uma única UFSC. O que quero dizer com isso é que a mesma qualidade que temos no campus de Florianópolis precisa existir também em Araranguá, Curitibanos e em Joinville. Os professores e os estudantes têm que ter condições de se envolver em projetos de ensino, pesquisa e extensão. O impacto social que uma universidade pública pode gerar nas cidades do interior é para além da graduação. Qual é o diferencial? É termos um espaço de trabalho que gere não só a formação, mas também a produção de conhecimento, e, principalmente, práticas de intervenção social na região. Os professores precisam ter condições para ter horas de pesquisa e essa pesquisa deve responder a uma demanda local ou regional. Porque as realidades regionais são bastante distintas.

O número de professores deve ser adequado ao projeto pedagógico, que dê condições para o desenvolvimento de projetos de pesquisa envolvendo os estudantes de graduação e que depois gerem pós-graduação. Queremos ter pós-graduação em Araranguá, em Curitibanos e em Joinville, algo que hoje não existe. Os campi não podem se tornar colégios de formação.

No campus de Araranguá, recebemos um prédio de dois andares. Para construir um prédio nós precisamos, em média, de três a quatro anos, mas hoje eu tenho alunos no campus de Araranguá já na quinta ou sexta fase, ou seja, já se formando. Espaços de laboratório estão sendo alugados. Temos salas de seis metros quadrados com todos os equipamentos ainda encaixotados.

Precisamos encontrar saídas e uma das saídas para Araranguá, e que foi levada à comunidade, é a aquisição, seguindo todo o processo jurídico, da estrutura física de uma universidade privada que está diminuindo a atuação presencial e passando a focar mais em ensino a distância. Com isso estaríamos acelerando o processo de consolidação daquele campus. Mas o fato é que existem lá jovens em final de graduação e que estão absolutamente ansiosos, preocupados com a qualidade da formação que receberam. Alunos de outras regiões do estado e também de outros estados. Olha a nossa responsabilidade social que temos aí! Mostramos que os aluguéis são caros e não oferecem espaços adequados e a comunidade aclamou. Agora estamos em negociação para resolver esse problema não para daqui a quatro anos, mas para 2013.

[PE] – E como a universidade presta contas ao MEC?

Foi pactuado em 2008, nós temos que apresentar ao Ministério da Educação, ao final de 2012, o relatório Reuni, mostrando tudo o que foi feito. Nesses quatro anos a UFSC recebeu um montante de recursos financeiros para serem aplicados segundo especificações do Reuni.

Por isso uma das nossas primeiras preocupações quando assumimos foi reestruturar o Departamento de Arquitetura e Engenharia, responsável pelas obras. Eles tinham uma pauta de 260 projetos e nós priorizamos seis projetos que devem ser licitados de maio até o final de novembro. A meta é resolver as situações de Araranguá, de Curitibanos, do CCE, CCB e CFH, além do curso de graduação em Odontologia, de Engenharia Elétrica, de Cinema, que faz parte do CCE, mas exige uma ação pontual. São emergências que não dá para esperar.

Temos que dar respostas à sociedade. O estudo que a Prograd está fazendo vai verificar, também, como foram distribuídos os professores Reuni, para definir critérios para a destruição das 170 vagas Reuni que estão chegando para nós agora, ao final do contrato. No primeiro momento foram 150 e agora mais 170. Temos que definir claramente os projetos pedagógicos constituídos, quantos professores ainda faltam para dar condições de qualidade, não só no ensino, mas pensando na interface entre ensino, pesquisa e extensão também nos campi. Nós não podemos ter duas universidades.

[PE] - A não aplicação correta dos recursos pode gerar alguma espécie de punição para a UFSC?

Não. Quando fizemos esse acompanhamento junto ao MEC, percebi que essa é uma realidade comum a muitas universidades públicas brasileiras. O processo de licitação e construção não se faz de uma hora para outra. Mesmo quando uma obra está licitada, não há garantia de cumprimento do prazo. Tivemos o caso de um prédio onde 45% da obra estava construída, quando a empresa faliu. Mas os recursos, no valor de R$ 2,8 milhões, já haviam sido empenhados em 2011. Recuperar esses valores não vai ser nada fácil. Por isso que uma das nossas iniciativas foi tentar entender se não seria possível adquirir prédios prontos, desde que as características das edificações sejam adequadas.

Se de um lado houve alguma disposição de aplicar corretamente esses recursos do Reuni, também é certo dizer que houve uma definição de prioridades que, no nosso entender, não eram de fato prioridades relacionadas ao projeto Reuni. E isso é algo que vamos ter que resolver.

Ao conversarmos com o MEC, expusemos que a administração anterior não conseguiu realizar todas as obras, que assumimos em maio e já enfrentamos uma greve e herdamos decisões que não foram tomadas por nós. Apresentamos todos os relatórios e está sendo construído um relatório de providências para as medidas emergenciais. Mesmo que eu tenha assumido agora, eu sou responsável solidária por todas as tomadas de decisão dos que me antecederam. Meu compromisso é dar conta, com todo o esforço das nossas equipes.

[PE] - Outros recursos devem vir para o estado?

Fomos em busca de recursos e fizemos uma reunião, já em junho, com a bancada parlamentar catarinense em Brasília, mostrando a importância dessa expansão para o interior e pedindo que, independentemente de cores partidária, deputados federais e senadores catarinenses se unam em favor da UFSC e façam emendas que nos ajudem a consolidar os campi em todo o estado de Santa Catarina. Eles foram muito receptivos, tanto que nós estamos contando com o apoio da bancada para liberar uma emenda de R$ 20 milhões, que vai passar agora pelo Congresso, para esse projeto de expansão. Precisamos de dinheiro. Muito dinheiro. Mesmo que tenhamos prédios nesses lugares, ou que encontremos soluções para a estrutura física, o recursos federal não vem mais, porque o Reuni acaba em dezembro. E a consolidação ainda não se deu. Uma das formas de fomento está justamente nas emendas.

Nós recebemos, em maio, um caixa, de R$ 25 milhões para obras. Um prédio, de um único centro, custa em torno de R$ 15 milhões. Diante desse quadro orçamentário, tivemos que correr atrás de recursos. Os cursos de Curitibanos precisam de uma fazenda experimental, de galpões, só que isso custa dinheiro. Se não temos orçamento suficiente, colocamos em risco a própria graduação. Precisamos desses recursos e de mais emendas.

Além disso, fizemos uma reestruturação administrativa, modificando a política de atuação do Departamento de Arquitetura e Engenharia para que defina prioridades relacionadas a diagnósticos de realidade, numa política de critérios para definir o que é emergencial e o que pode esperar.

Pedimos a colaboração de todos os parlamentares catarinenses, pela sociedade catarinense, pelo papel que a UFSC pode exercer em todos os municípios. R$ 19 milhões, repactuados, que haviam sido perdidos. Nesse período, 2008 até agora, em 2012, muito dinheiro, muito dinheiro.

Nossa garantia é, estamos trabalhando muito na reestruturação da Universidade, buscando parcerias, para consolidar a infraestrutura necessária, física e pedagógica, para a qualidade dos campi que foram criados no interior e de todos os cursos da UFSC.

Temos uma grande possibilidade, aventada já em meados do ano passado, para a criação de um campus UFSC em Blumenau. No Oeste ainda não, porque a UFFS está atuando lá. A nossa grande preocupação é dar as melhores condições para os que já estão aí.

[PE] - Qual a função social da Universidade na sociedade?

Função social e parceria com o poder público ou outras entidades, passa pelo fortalecimento da estrutura dos campi no ensino, na pesquisa e na extensão. A nossa relação com a sociedade, com os setores produtivos e com a realidade do entorno das cidades onde nós estamos, é prioridade. Tudo isso depende desse apoio que nós vamos receber da comunidade. A partir do momento em que garantimos o que já temos, podemos partir para outros desafios. Queremos mais um curso em Araranguá, mais um curso em Curitibanos. Mas isso tem que ser feito de forma planejada.

[PE] - Atualmente a palavra da ordem é a inovação e a universidade é o espaço ideal para se promover a inovação.

Inovar tem que passar primeiro pelo planejar. Se nós criamos algo achando que vamos ter condições depois, criamos sonhos e expectativas que muitas vezes resultam em decepção, tristeza e frustração. Eu acredito sempre que toda gestão tem que aceitar desafios, mas sobre uma base concreta.

Cada passo que nós vamos dar e que estamos dando nesse momento é de muita responsabilidade social com as pessoas de todas as comunidades do estado. Precisamos ter claro que não se pode prometer se não houver condições de entregar. Não faço promessas. Eu assumo o compromisso de estudar e avaliar cada caso.

[PE] - Qual o balanço que a Sra. faz dos seus cinco meses de mandato e dos próximos quatro anos de mandato:

Foram cinco meses de muito trabalho e de muitas descobertas. Mas não estou cansada. Estou, sim, animada. Porque a cada dia que estou aqui eu tenho clareza do porque estou aqui. A nossa missão aqui é muito grande. É dar conta de reestabelecer na UFSC uma política de Estado, que garanta a boa utilização de recursos públicos e o retorno social mais amplo que uma universidade pública brasileira pode dar.  Esse é o compromisso, com muita honestidade, com muita responsabilidade social e com transparência, dando condições para que as pessoas pensem os destinos da UFSC a partir da democratização das informações, desconstruindo feudos, desconstruindo congregações e grupos, e buscando construir uma política republicana e de democratização inclusive das tomadas de decisão.

UFSC EM NÚMEROS

 

Campi em 4 cidades:

Florianópolis, Araranguá, Curitibanos e Joinville

Alunos na graduação:

29.341 (presencial e à distância)

Alunos na pós-graduação:

13.949 (mestrado, doutorado e cursos de especialização, incluindo especialização à distância)

Professores:

1.786 efetivos na ativa

447 substitutos

1089 inativos

179 pensionistas

Servidores:

2.862 efetivos na ativa

1.116 inativos

311 pensionistas

Por: Andréa Leonora | Fotos: Henrique Almeida/DivulgaçãoUFSC

 

Leia a íntegra da entrevista no www.centraldediarios.com.br 

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