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Comércio ilegal preocupa

09.12.2017

Tema será tratado durante a 11ª Conferência Ministerial da OMC,

em Buenos Aires, Argentina

Uma das atividades mais antigas da humanidade, o comércio gera emprego, renda e ajuda a movimentar a economia mundial. Entretanto, se ganha o adjetivo de ilegal, o efeito é contrário. E é exatamente isso que está preocupando a Organização Mundial do Comércio (OMC), que trabalha com números alarmantes: a  prática já chega próximo de US$ 650 bilhões; os fluxos financeiros ilegais relacionados a transações ilegais totalizam US$ 1,3 trilhão; a economia ilegal represente cerca de 15% do PIB mundial. Evasão de riquezas, risco para a saúde, uso de mão de obra escrava, violência e fortalecimento do crime organizado são os resultados imediatos. Nesta semana, em Buenos Aires, Argentina, o tema será tratado durante a 11ª Conferência Ministerial da OMC, que contará com a apresentação do caso do Brasil. Levantamento do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP) aponta que, em 2016, o contrabando, a falsificação e pirataria geraram perdas para o país da ordem de R$ 130 bilhões. A Receita Federal diz que mais de 65% dos contrabando que entra no Brasil são cigarros, chegando a 45,2 milhões de unidades só em 2016.

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